Por uma UFS livre do pós-modernismo e esquerdismo

Esse texto servirá de resposta a todos os artigos escritos contra nós nos últimos dois meses [1], textos esses repletos de mentiras, propondo até mesmo ligações com casos absurdos, caluniosos e injuriosos.

Não é nada incomum para todos estudantes e brasileiros em geral que as universidades hoje estão contaminadas, infectadas pelo câncer da esquerda liberal que propaga seu nefasto ideal e corrompe toda a juventude. Isso não ocorre do dia para a noite; é fruto de doutrinação de professores desde o ensino fundamental e que se aflora mais na universidade.

IMAGEM UFS MANIFESTO

Em Sergipe a situação não é diferente. A Universidade Federal de Sergipe é composta por diversos estudantes engajados em movimentos sociais, partidos políticos e obviamente financiados por políticos pertencentes a tais partidos. Alguns desses movimentos tem ligação com Movimento Sem Terra, SINTESE, CUT e o próprio DCE da universidade [2]. Também é possível ver apoio a um terrorista chamado de herói do povo brasileiro como é o caso do Carlos Marighella [3], ao assassinato de inocentes (aborto) [4] , movimento LGBT [5] e outras causas diversas.

Tudo isso é fruto principalmente do pós-modernismo e da deturpação do pensamento comunista por parte desse jovens. A pós-modernidade tem como objetivo destruir o lado intelectual, espiritual e moral dos povos, elevando a belo e “moral” tudo aquilo que é degradante , reprovável, feio, baixo e inescrupuloso. O que se observa como resultado disso é rapazes e moças servido como peões nas mãos desse sistema e de pessoas que devem até rir muito, da facilidade com que os manipula.

E qual o resultado disso em termos práticos?

– Maconheiros que acham que seu baseado deve ser legalizado e que isso é muito importante e relevante para a situação nacional.

– Feministas que acham que tem o direito de matar crianças inocentes e que o corpo dentro do corpo da mulher pertence a ela e ela simplesmente pode matar como se mata uma barata.

– Efeminados e desvirilizados que por não terem uma educação verdadeira por parte do pai hoje vive apoiando movimentos gayzistas e não possuem hombridade e virilidade alguma. ( O homem não deve ser ensinado a se espelhar na figura da mãe senão acaba ficando efeminado,o homem deve se inspirar na figura do pai que representa masculinidade e honra)

(Pseudo)Anarquistas que se quer conhecem ou estudam o anarquismo e certamente não sabe quem é Troy Southgate e seu manifesto[6].

– Escravos de mulheres que levam as suas vidas em prol da adoração do feminino. Colocam não a nação, não o ser homem, não a espiritualidade como centro de suas vidas, mas as mulheres.

– Carentes de atenção que não perdem a oportunidade de protestar contra a Juventude Conservadora que promove o ódio (faz-me rir) na universidade. Também faz de tudo uma brincadeira, uma palhaçada e vive como hienas rindo de tudo e não possuindo seriedade alguma.

– Esquerdistas bizarros que acham que são verdadeiros representantes do movimento mas não passa de massa de manobra da pós-modernidade.
Sobre esses últimos uso as próprias palavras dos comunistas clássicos[7]: “Para Marxistas Leninistas o pós modernismo é um câncer contra a luta de classes, pois na medida em que outras identidades se sobrepõe, a noção de classe se perde, e um dos principais erros de movimentos contaminados pelo pós modernismo como os LGBT e as Feministas contemporâneas, é negligenciar a identidade de classe enquanto se pautam em vagas lutas por “direitos civis” sob um prisma individualista e liberal.”

 

Velha & nova esquerda

 

Um exemplo real de que podemos observar de homens reais foram os espartanos. Graças a maturação que adquiriram pela experiência, pelo treinamento fanático e metódico, pelo jejum, pelas cicatrizes eram capazes de os superar. Mediante o autosacrifício e o risco que supõe o atirar-se cegamente ao desconhecido e ao extremo, eles souberam dar resposta à pergunta de onde estão os limites do homem do quê é capaz o homem quando uma vontade espiritual habita em seu interior e lança firmes raízes em todo seu ser. Tudo isso formava uma combinação aterradora ou, quando menos, inspiradora de um profundo respeito. O resultado disso, enfim, era o tipo do homem superior, impassível, imperturbável, autoritário e incorruptível, de corpo duro e blindado, belo, equilibrado, sem rastro de sentimentalismo e elevado espiritualmente. O espartano era um homem elevado ao quadrado, ou talvez simplesmente um homem quase completo, a um passo da transmutação coletiva em comunhão com seus irmãos.

 

O jovem pós-moderno e que você encontra com facilidade na UFS é aquele jovem desvirilizado, raquítico fisicamente, moralmente e espiritualmente. Precisamos de jovens de verdadeira coragem,hombridade, moral e fortalecido em diversos aspectos, para mostrarmos que o verdadeiro espírito tradicional não morreu por completo. Precisamos de moças/jovens que sejam exemplos , se esforçando em centralizar sua vida nos bons costumes, valores morais, honra, retidão, bons pensamentos, boa conduta com ações nobres e louváveis. Não desejamos moças truculentas, ásperas, apoiadoras de infanticídio, destruição da família e valores morais. Tal decadência deve ser combatida até ser completamente destruída e revertida.

O egrégio e saudoso vulto nacional Enéas Carneiro denunciava, como um dos dez passos para destruição do Estado Nação, que a perda de auto-estima era uma das principais chagas do povo brasileiro: “Os meios de comunicação só divulgam o que não presta – exemplos de corrupção de funcionários públicos, negociatas, golpes contra o Estado, etc. Institucionaliza-se o deboche, o desrespeito à pessoa humana, aos mais velhos, à família, à Igreja, aos princípios cristãos. Cultiva-se uma verdadeira inversão de todos os valores que a Humanidade levou milênios para construir. Destrói-se tudo e faz-se isso sob a fachada de modernismo” [8].

Neste contexto e dentro das ideias exposta pelo líder máximo do PRONA, há também em processo uma gradativa divulgação de uma verdadeira involução humana, tanto masculina como feminina, no que diz respeito à postura social e moral. O feio torna-se belo e o belo torna-se feio. Torna-se louvável para um homem a metrossexualidade, mas retrógrado o excesso de virilidade; para a mulher, é indispensável “empoderar-se”, mas detestável o culto ao dom da maternidade.

Ouso dizer que há um “quê” da profecia de George Orwell, onde as técnicas de imposição da relatividade semântica se atrelam com a disciplina do “duplipensar” e a construção da “novilíngua”, literariamente idealizadas em sua obra (profética) política 1984. George Orwell esclarece que o duplipensar é “a habilidade que alguém tem de reter na mente, ao mesmo tempo, dois conceitos absolutamente contraditórios e aceita-los, ambos, como verdadeiros. […] Dizer coisas que sabe serem mentiras e ao mesmo tempo crer nelas firmemente”. Neste escopo de ideias, toda e qualquer palavra pode ter o significado que os manipuladores desta revolução cultural (A.K.A. mídia globalista) queiram. Na “novilíngua” desta revolução cultural demoníaca, a expressão “direito à vida”, aplicada à tese feminista do empoderamento da mulher, pode significar “direito à morte” de um ser humano que se desenvolve no ventre materno; a própria ligação do adjetivo “homem” – outrora sinônimo de bravura e destemor – com a figura frágil que vemos hoje, também entra neste contexto.

Agindo frontalmente contra este oximórico mundo moderno, a Juventude Conservadora de Sergipe propõe uma revolução no sentido astronômico do termo, ou seja: o retorno ao início. A figura masculina precisa retomar o seu lugar no mundo e nós, enquanto célula de resistentes tradicionalistas em Sergipe, pretendemos levar isso adiante. Já comentamos aqui que “Coragem, virilidade, respeito à hierarquia, disciplina, força e vontade eram qualidades militares e masculinas que, ao serem absorvidas, fariam dos jovens e das crianças bons soldados, bons pais de família, bons maridos e bons trabalhadores”. Propomos portanto um Homem Novo, mas com os ideais de sempre. Para nós, a Juventude precisa internalizar princípios intelectuais e militares. No Estado Ideal de Platão (vide “A República”) o comando ficava a cargo de uma aristocracia meritocrática comandada por reis-filósofos que, além de serem eruditos, eram exímios estrategistas militares. “Libro e moschetto!” dizia-se aos jovens de Mussolini, que eram formados moral e fisicamente através de palestras, alta cultura, viagens, acampamentos, educação física, exercícios militares e práticas desportivas. Queremos a mesma erudição e força para o nosso povo e portanto conclamamos às futuras gerações que não abracem ideais deletérios. Sejam grandes como é grande o nosso Brasil.

É com esse intuito que nos levantamos, tomando as rédeas de nosso destino para lutarmos pela tradição e verdade.

JOVEM ESTUDANTE, não se deixe enganar pelos imorais que te cercam, eles só querem te usar e depois te destruir. Seja forte, verdadeiro, corajoso e venha conosco participar de uma luta nobre, verdadeira e para todos.

Somos poucos, mas somos fortes e firmes.

Somos os que permanecem de pé entre as ruínas e enfrentam a iniquidade.

Avante, camaradas. Por nós. Pela Pátria. Pela Família! Pelo povo!

 

JCS membro

 

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Citações

[1] http://nocampus.com.br/manifesto-por-uma-ufs-contra-o-conservadorismo-e-o-fascismo-3/ , http://www.tribunadapraiaonline.com/news/nota-de-repudio-juventude-conservadora-de-sergipe-dissemina-discurso-de-odio-na-ufs/ ,
http://expressaosergipana.com.br/2016/03/01/grupo-fascista-picha-sede-do-pcdob-em-aracaju/
[2] https://www.facebook.com/levantesergipe/photos/a.553914251386946.1073741862.185640844880957/553914354720269/?type=3&theater
[3] https://www.facebook.com/levantesergipe/photos/a.415445451900494.1073741848.185640844880957/415445475233825/?type=3&theater
[4] https://www.facebook.com/levantesergipe/photos/a.780816692030033.1073741903.185640844880957/781481325296903/?type=3&theater
[5] https://www.facebook.com/media/set/?set=a.751344511643918.1073741894.185640844880957&type=3

[6] http://legio-victrix.blogspot.com.br/2013/12/manifesto-nacional-anarquista.html
[7] https://www.facebook.com/ComunismoOrtodoxo/posts/1415699348722089

[8]

CARNEIRO, Enéas Ferreira. O Brasil em perigo. 1Ed. Rio de Janeiro: Livraria Editora Enéas Ferreira Carneiro Ltda., 1997, 64 p.

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