Argumentos pró-Aborto desmascarados!

aborto

 

Bem, este artigo consiste em desmascarar e refutar argumentos de abortistas e feminazis(neste caso uso sim esse termo pois o aborto em alguns casos é um modo de “higiene social” amplamente utilizado pelos nazistas). Tive a ideia logo depois de ter uma discursão sobre o aborto no face.Junto com o Jean Carvalho; Pedro Luiz Casprov Filho; Lucas Bueno Bergantin; Adam Santos e Fortunato Barbosa conseguimos reuni argumentos abortistas e refuta-los.

Antes de entrar no mérito dos argumentos, vamos a Teoria do Desacordo de Graham, classifico os argumentos a seguir como refutação e refutação ao argumento central, sendo alguns contra-argumento. Ai vai algumas dicas: Não debata com gente que não entende de lógica de debate, que grita, que usa ataques contra sua pessoa ou ataques em bando e que tentem ridicularizar o argumento sem lançar outro. Apenas se retire e fale que a pessoa ou grupo não é bom argumentador e justifique sua saída.

desacordo

 

Argumento 1:

 “Meu corpo eu faço o que eu quiser” ou “O feto é parte do meu corpo” ou “Está dentro de mim então é meu”.

 1°parte:

A vida do novo ser.

A vida começa desde a sua concepção, neste caso, desde a fecundação, pois depois do ovulo  fecundado, se torna a primeira célula humana, o Zigoto. E pela Teoria Celular “um ser vivo é constituído de célula/s”.

O zigoto humano é um humano em formação e todos nós já fomos zigoto. Pois ele dá inicio ao processo de divisão celular que forma o “humano adulto”, pois esse processo iniciado só termina depois da puberdade. E mesmo assim há ainda células se dividindo quando o ser adulto, mas a maioria destas células produzidas é para a reposição de outras mortas.

2°parte:

Provar que nem tudo que está dentro é pertencente ao dono.

Use o simples argumento de que os vírus se sentem elogiados! Se não funcionar:

Antes de nascer não se pode fazer nada  você com o bebê. Assim que se corta o cordão umbilical, como num passe de mágica, você perde a propriedade sobre seu filho? O argumento é: tudo que está dentro de seu corpo é seu, ao menos que seja um ser humano ou a propriedade de outra pessoa (por exemplo, um cordão, uma moeda). Seres humanos não podem ser objeto de propriedade privada. Pois eles se pertencem!  A sua liberdade pertence a si e cabe a ele decidir sobre a sua vida.

A existência do “ser“ é coligada com o “ter” propriedades, físicas ou não. Não existe “ser” sem “ter”.

O corpo dele, a propriedade e a vida pertencem ao individuo. Mas só porque está dentro não quer dizer que ele perde a propriedade.

O feto não é “parte do corpo” da mulher. Ele é um organismo autômato(ele não é autômato no sentido de ser independente, mas sim, de constituir um organismo em formação, um outro corpo temporariamente dependente da mãe, mesmo depois do parto, pois a mãe teria que cuidar do bebê). Que órgão do corpo é envolvido por um líquido separador?O feto é envolto na placenta, por que caso contrário, ele seria expelido do corpo feminino como um agente intruso.

O sangue da mãe nunca se mistura com o do feto, uma vez que os vasos sanguíneos de ambos não são contínuos, ou seja, a continuidade é assegurada pelo sistema artério-venoso da placenta, por si só um filtro importante. Imagine um feto com sangue A+ se misturando com B-, envenenaria o sangue e os dois acabariam mortos.

Usando esta analogia, quando estou dentro do ônibus ou do táxi, o motorista tem total liberdade de me matar, só pelo fato de estar dentro de algo que é dele, mesmo sendo eu um organismo independente do motorista e dos seus veículos. Se ela acha que a criança é tão dela assim, e desejar abortar, deixe primeiro a criança nascer, depois amarra ela e começa a arrancar as pernas, os braços e etc. Por que a mãe em si, serve de canal para alimentar a criança, assim como quando a criança nasce. Ela depende da mãe para cuida dela, por ser inocente e ainda não poder tomar decisões próprias, mas ela é um organismo independente dela, que possui o seus próprios pulmões, coração, cérebro, braços, pernas, sistema digestivo, e etc.

Um feto é tanto “corpo da mulher” quanto um passageiro dentro de um ônibus é “propriedade do motorista”.

Tratar um ser humano como propriedade privada é a mesmíssima coisa que tratá-lo como um escravo. Tratar um ser vivo de  forma tão melifica a ponto de torná-lo sua propriedade privada e fazer o que quiser. E depois como uma carta de alforria, o corte do cordão o torna livre dessas ações. Mas que lógica?

Argumento 2:

“cadê a preocupação com a mulher?” ou “Mulheres vão morrer se não abortarem”

A preocupação com a mulher deve ser exatamente auxiliá-la no período de gestação e dar condições ao nascituro. Não de garantir o aborto.

Refaça a pergunta: onde está a preocupação com a mulher, na questão do aborto?

Quem aqui é que se importa com as consequências do processo abortivo? Pois  incluem danos ao útero, possibilidade de infertilidade, tendência ao suicídio, aumento de quadro depressivo e maior risco caso ela engravide novamente. A maioria dos defensores do aborto desconversam quando se toca nesse assunto.

E  não é e falado do aborto do fundo de quintal do Brasil ou de outros países. E sim sobre o aborto “high tech” que as feminazis no Brasil defendem, seguindo o modelo norte-americano/europeu, que é o melhor em termos de saúde.

Fonte: http://www.dailymail.co.uk/health/article-1288955/Abortion-triple-risk-breast-cancer.html

Os supostos problemas psicológicos de alguém que não aborta nunca, em nenhuma hipótese, podem ser mais valiosos que a vida de outro ser humano. Estou com depressão, logo vou matar alguém hoje, que é causa da minha depressão. Essa mulher está me traindo e me causando muitos problemas psicológicos. Vou matá-la para ver se resolvo isso.

O bem estar psicológico de um ser humano vale mais que a vida de outro ser humano? Resposta: não, nunca, jamais. Pois o ser humano é sua propriedade, e interferir de forma involuntária em sua vida é um ultraje a sua liberdade individual.

Se quer consequêcias psicológicas: ”Um estudo recente sugere que as mulheres que abortam na sua primeira gravidez não desejada têm maior propensão para o suicídio, aumento do abuso de drogas e para a depressão clínica, do que mulheres que levam a sua gravidez não intencional até ao fim.” http://aborto.aaldeia.net/aborto-depressao/

Não diga que todas as mulheres vão abortar. Pois você e nem ninguém é capaz de prever quantas irão.

E trata-se de fugir das consequências, já que o aborto torna-se um método contraceptivo. E o que acontece na Europa e nos EUA.

Falar das hipóteses mais absurdas não é um desvio na discussão, justamente por que essas hipóteses mais absurdas já acontecem.

Argumento 3:

 “E as vitimas de estupro?”

A vítima de estupro deve primeiramente se dirigir a um local policial e solicitar o exame do corpo de delito, e registrar a queixa. Depois, por conta própria, pode tomar a pílula anticoncepcional. Muitas fecundações levam mais de 100 horas depois da inseminação.

Mas depois de concebida a vida se tem o dever de protegê-la. Dar toda a assistência física e psicológica a mulher vitima dessa barbárie para que continue o processo gestacional.

E no argumento 2, até que ponto as causas psicológicas são maiores que a vida de outro ser? Quando alguém tentar argumentar  que a vida de um vale mais que outro ou que problemas psicológicos são mais preciosos que a vida, refute que a liberdade é individual e pessoal, e que se restringe a esse ponto, e não é licito intervir involuntariamente na liberdade de outro, mesmo que ele não possa responder por si.

Matar é quando alguém faz com que um ser perda sua propriedade “vida”. Então mesmo a mulher sendo vitima de estupro, um inocente nada a ver com isso perde sua vida, quem será mais injustiçado? A mulher , que pode ter sido obrigada a continuar a gestação pela coercitividade social ou o bebê?

Argumento 4:

 “Se não acontecer o aborto, a criança passa a ficar a margem da sociedade, vulnerável a qualquer futuro!”

É um discurso um tanto cruel e muito maquiavélico. Como se “colocar mais uma criança à margem da sociedade, gerando mais problemas” justificasse o massacre das crianças no ventre materno!

Os fins não justificam os meios!

Hitler, ele achava que os deficientes ficavam a margem da sociedade, geravam problemas para a sociedade, por isso mandou matar todos(eugenicamente), para os problemas acabarem… Mas quando o problema para a sociedade é maior que a vida de um indivíduo inocente que compõe a sociedade? A única resposta possível é que quando o individuo começa a destruir ela. Mas como um bebê no ventre materno pode fazer isto? Impossível, não acha?

“A dignidade é o estatuto incondicional do ser humano: cada pessoa tem dignidade porque é única e insubstituível. (…) Por ser a própria essência do ser humano, a dignidade não pode ser questionada.”

Ai alguém surge como um Juiz Universal, de mesma essência que nós, decidir quem Vive ou Morre como justificação dos problemas da sociedade. Qual dignidade é maior que a outra? Se são únicas e insubstituíveis não há métodos para a “medição”, e quando não há “medição” não há conclusão.

A minha liberdade não começa quando a do outro termina?Eu não posso simplesmente obrigar alguém a morrer para evitar o problema social, mas isso tem que ser voluntario, o que duvido muito que alguém aceite dentro das bases da cultura ocidental.

Qual direito maior que a vida? Não existe. Pois o “ser” humano exige a “ter” a propriedade vida. Sem ela não “somos”. Existe um não-ser ou um circulo não-quadrado? Não. Pura lógica!

O Estado e os Direitos humanos não defendem a incondicionalmente vida? Sim.

Então a criança não tem direito de vida? Se não por que?

Qual direito a mulher reclama para que o direito a vida do bebê seja negado se não existe direito do “ser” maior que a vida?

Negar o aborto a mulher se dá no maior direito do ser humano, a vida, sem ela nenhum dos outros direitos poderia ser assegurado.

Aquele que troca, a liberdade, ou a vida ou a dignidade por qualquer outra coisa não merece ter nenhuma das duas coisas, nem o que foi dado e nem o que foi recebido.

Realmente a fim de arruinar seu plano de um mundo melhor sem pobres órfãos para te amolar na rua.

 

Argumento 5:

“Em países onde o aborto é liberado, além da morte de mulheres ter diminuído, o número de aborto também diminuiu. O aborto precisa ser legalizado pra todas as mulheres abortarem quando necessário e não precisarem correr riscos em abortos clandestinos!”<p> </p>Veja, se todo e qualquer aborto é clandestino, não existe um dado ofícial sobre o número de abortos, apenas ESTIMATIVAS. E estimativas criadas por quem mais além dos próprios ativistas que jamais dariam um número insignificante, atentando contra a própria causa. E depois, quando se legaliza e aí sim se tem um dado oficial, percebe-se na mesma hora que o número de abortos é menor do que se estimava. Em todos os países que se legalizou foi assim: Inglaterra, Uruguai, todos! Sério, será que é preciso ligar os pontos?

Parafraseando Raquel Sherazed

A indefensável defesa é que à causa do aborto é uma contradição abominável.
Pessoas que já nasceram, julgando quem deve ou não nascer.
Consideram “inaceitável” mulheres morrerem em abortos “ilegais”, mas defendem a morte de crianças em abortos “legais”.
Do alto de sua arrogância, quer sentenciar qual vida tem mais valor.
Ainda bem que a Constituição Federal, mãe de todas leis, garante o direito à vida desde a concepção. E nenhuma lei infra-constitucional, como o Código Penal, pode mudar isso.
Mas, quando pessoas se sentem livres pra defender o aborto, e juristas nos dizem que o ninho de um pássaro vale mais que uma vida humana, pode apostar: a vida humana valerá menos do que hoje já vale.

Argumento 6:

Mas as principais vítimas deles, são as mulheres!

Supondo que a mulher seja uma inocente vitima de um estupro e que não se tenha feito a lavagem em tempo hábil e nem tomado a pílula anticoncepcional. A morte da mulher em um aborto “ilegal” é mais vítima que a morte de um bebê em um aborto “legal”. Qual o fundamento disso? Resposta: nenhum! Pois a comparação nesse caso os dois são vitimas de mesmo modo, não há nenhum, menos vítima que outro porque os dois morrem!

Defender o aborto por que mulheres morrem! Está correto se não fosse o fato de que outra pessoa morre no aborto!

Argumento 7:

o aborto é algo concreto e não vai deixar de existir só porque eu ou você somos contra, por isso legalize-o!” ou  “as mulheres não vão passar a abortar um filho só porque é ‘legal’, nem vão deixar de aborta-los porque é ‘ilegal’”

Não, nunca e jamais. Temos que combater ao Maximo para que ele desapareça e pare de causar mortes, tento em mulheres tanto em bebês.

Não se trata de um aborto legal ou ilegal, se trata da conseqüência prima do aborto: A morte de um ser humano inocente. Esta conseqüência deve ser evitada.

“as mulheres não vão passar a abortar um filho só porque é ‘legal’, nem vão deixar de aborta-los porque é ‘ilegal’”. Pode ser que sim e pode ser que não, qualquer afirmação ou negação é pura especulação e não passa de uma falácia chamada falácia da ‘leitura mental’.

 

Argumento 8:

A legalização do aborto é uma questão de saúde pública!”

Retirado do Site: http://www.presbiteros.com.br/site/e-o-aborto-uma-questao-de-saude-publica/

O principal argumento, utilizado em tempos recentes em diversos lugares do mundo, diz assim: “eu pessoalmente sou contrário ao aborto, mas o aborto não é uma questão de fórum interno, de opinião particular, mas sim de saúde pública. Há muitas mulheres que morrem em clínicas clandestinas de abortos e essas precisam ser protegidas pela lei.”

Outro argumento semelhante seria: “há muitas mulheres que recorrem ao aborto no nosso País, de modo irregular, correndo grande risco de vida. Permitir que isso continue ocorrendo é uma grande hipocrisia. Essas devem ser protegidas; o Estado deve dar as mesmas as condições apropriadas para que possam ‘abortar’ sem correr perigo de vida.”

Esses argumentos são tão repetidos quanto falaciosos. Ao primeiro podemos dizer que é uma forma pouco inteligente de esconder uma covardia e demonstra pouca honestidade intelectual. Aceitar tal argumento seria na prática permitir que um candidato dissesse uma coisa na campanha eleitoral (sua “opinião pessoal”) e depois fizesse o que lhe bem parecesse, em nome do “bem da nação”. Aceitar esse tipo de argumento equivale a dar aos candidatos a permissão para que eles enganem seus eleitores e não manifestem jamais claramente o que realmente pensam. Dessa forma, por exemplo, um candidato poderia se declarar contrário às privatizações dos bens públicos do nosso País, antes da campanha eleitoral. E depois o mesmo poderia permitir privatizações, alegando que isso é o mais necessário para o bem do País. Certamente o povo brasileiro é demasiado inteligente para aceitar esse tipo de engano.

O segundo argumento é ainda mais absurdo. Para mostrar o seu erro, façamos a aplicação do mesmo a outras situações da via social. Por exemplo: sabemos que no nosso País é grande o número de pessoas que alguma vez na vida já bebeu alguma bebida alcoólica antes de dirigir, embora a explícita proibição do nosso Código de Trânsito. Poderia então alguém argumentar dizendo: “a lei que pune quem dirige depois de ter consumido bebida alcoólica é uma grande hipocrisia, já que um grande número de pessoas do nosso País faz o mesmo. Essa lei deve ser cancelada, de modo que a população possa infringir a mesma sem ser punida por isso?” Evidentemente, o fato de que muitas pessoas infrinjam alguma lei justa não faz com que a mesma perca o seu valor. O fato, para citar outro exemplo, de que um número considerável da nossa população tenha experimentado alguma vez na vida alguma droga, não torna hipócritas as nossas leis de combate às drogas. No caso do aborto podemos dizer: o fato de que haja muitas pessoas que recorram ao mesmo (fato que deveria ser demonstrado e não suposto) não faria lícito o ato de eliminar uma vida humana inocente (não faria lícito o “homicídio uterino”, como diz nosso Código Civil);

Ainda podemos dizer que esses dois argumentos partem de dados falsos. Supõem que um grande número de mulheres morre a cada ano no nosso País pelo fato de terem recorrido a clínicas que realizam o aborto de maneira ilegal. Os números oficiais que temos não confirmam tal informação.

Sabemos, por exemplo, que a Federação Internacional de Planejamento familiar (IPPF) afirma que no Brasil existem cerca de 200.000 mulheres internadas todos os anos por complicações de aborto[i], sendo o número de morte bastante elevado. Os dados da ONU também dão números extraordinários (segundo a OMS, na América Latina ocorrem anualmente 3.700.000 abortos ilegais e 62.900 mulheres morrem em decorrência de complicações dos mesmos[ii]). O difícil é saber de onde eles recolhem esses dados, já que nenhuma das duas instituições possui hospitais no Brasil e nem mesmo equipes que recolham dados estatísticos em hospitais brasileiros ou latino-americanos. Em 2005, diante de uma manipulação absolutamente evidente de dados estatísticos sobre o aborto na Europa, a ONU, ainda sem admitir tal fraude, deixou de publicar esses dados para o continente europeu[iii].

Na verdade, os únicos dados científicos e reais, pois não são feitos por projeções ou especulações, mas de caso em caso (já que o médico que atende é obrigado a marcar num relatório diário cada procedimento que ele realiza) são os dados do DATASUS[iv]. Os últimos dados divulgados por esse organismo no Brasil são os de 2008 e mostram de modo explícito que naquele ano houve 117 mortes maternas por gravidez que terminaram em aborto. Nessas 117 mortes maternas estão incluídas as mortes por complicações de abortos espontâneos. Incluindo as mortes de mães que sofreram involuntariamente o aborto, seria menos de 0,02% dos dados da ONU para a América Latina, considerando que em extensão e em população o Brasil representa 50% da América Latina. Alguns dizem que esses dados são sub-notificados para evitar complicações legais, mas isso é uma completa mentira, pois nesses dados não se inclui a ficha clínica do paciente (nenhum dos seus dados é vinculado ao procedimento realizado), pois se tratam de dados estatísticos de saúde e não de provas legais contra algum paciente.

Ainda é importante lembrar que outra falácia, utilizada em todos os países que aprovaram o aborto: é a de aumentar – de um modo absurdamente exagerado – o número de casos de abortos realizados num País, falsificando dados, para poder afirmar que o aborto se trata de um problema de saúde pública. Na Espanha, por exemplo, antes da aprovação do aborto, a ONU e outros organismos internacionais afirmavam que a média de abortos realizados no País era de 20.000 a 80.000 abortos ao ano. Qual foi o grande susto quando, no primeiro ano depois da aprovação do aborto, os casos no País foram de 9[v] (não 9.000, mas simplesmente nove). Desses dados podemos concluir que naquele ano ou 20.000 mulheres (ou melhor, 19.991) desistiram de fazer o aborto ou os dados foram manipulados para forçar a aprovação do mesmo.

Outro ponto relevante é que, ainda que fosse verdade que há muitas clínicas que fazem o aborto ilegalmente no nosso País, a medida justa de um Estado responsável seria combater às mesmas e não permitir que outras se instalem no nosso País, desrespeitando os princípios da nossa Constituição, do nosso Código Penal e até mesmo da Declaração Mundial dos Direitos Humanos, de 1948[vi].

 

Podemos dizer ainda que se fosse reconhecido uma espécie de “direito ao aborto” no nosso País, isso significaria o ato mais extremo de “discriminação” contra outras pessoas, realizado na nossa História e seria algo diretamente contrário à nossa Constituição[vii]. Significaria que nós, atuais brasileiros, estaríamos negando a todos os futuros brasileiros (aos que irão nascer) o direito à vida nos primeiro período da vida dos mesmos. Negar esse direito seria negar o dom mais precioso que temos a todas as pessoas que nascerão no nosso País, injustificadamente. Esse ato seria de profunda injustiça feriria mortalmente a alma do nosso povo, que é radicalmente amante da vida. Se isso fosse aprovado, certamente nossa geração teria que responder por semelhante barbaridade à futura geração. Dessa forma, todo homem que nascer no futuro, deverá ser considerado um “sobrevivente”, em vez de ser reconhecido como um dom para nossas famílias e para nossa sociedade. Vale a pena lembrar sempre que “o País que mata seus filhos não tem futuro” (Papa João Paulo II), uma verdade tão simples quanto silenciada nos nossos dias. Certamente não vale a pena construir um País dominado por uma cultura de morte. E definitivamente, para se afirmar que o aborto é um tema de saúde pública é necessário afirmar argumentos falsos e dados manipulados. Felizmente o povo brasileiro é demasiado sábio para aceitar tais enganos.

 

Fontes:

[i] http://www.ippf.org/en/News/Intl+news/Brazil+legislators+reject+abortion+reform.htm

 

[ii] http://whqlibdoc.who.int/publications/2008/9789241546669_3_eng.pdf nesse link estão os dados da OMS sobre morte materna em decorrência de aborto “não seguro” (evidentemente o adjetivo “seguro” não se aplica às crianças, nesses casos). Os dados do Brasil estão juntos com os da América Latina (3.700.000 abortos “não seguros” anuais e 62.900 mortes maternas em decorrência dos mesmos)

[iii] Um bom estudo sobre os lobbies abortistas e a manipulação de dados pode ser consultado no seguinte link:

http://www.prolifeworldcongress.org/index.php?option=com_content&task=view&id=27&Itemid=1

[iv] Os dados oficiais do DATASUS podem ser conferidos no seguinte link:http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?simp/cnv/matuf.def

[v] Os números de abortos na Espanha podem ser consultados no seguinte link:http://www.unidosporlavida.org/jardinausentes_archivos/N%DAMERO%20DE%20ABORTOS%20EN%20ESPA%D1A%20DESDE%20QUE%20SE%20DESPENALIZ%D3.htm

[vi] “Artigo III: Todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal”.

[vii] Título II, Cap. I Art. 5º: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.”

Argumento 9:

“O caso do aborto, interfere apenas na vida da mulher.” Ou “O aborto e as consequências dele, devem apenas a que a pratica, não cabe a você, interferirem desta forma na vida dos outros indivíduos.”

 Quando provar que um bebê ou qualquer outro estagio do desenvolvimento humano, não é um humano e não tem vida. Podem afirmar isso.

Se disser que o bebê faz parte do corpo dela vai ao argumento 1.

O aborto traz conseqüência para o feto e para a mulher, como o feto não tem como se defender, posso fazer isso em seu lugar. Pois preservar a vida é instintivamente humano. Alem de que também não cabe a mulher interferir na vida de outro indivíduo, por isso a minha ou a interferência da sociedade contra a mulher.

Se pensa que o aborto só afeta a vida da mulher que o pratica, você ignora as repercussões de atitudes individuais no âmbito social.

 

Explicações básicas sobre o aborto:

1. Aborto não é questão biológica e nem social. É questão de Direito, especificamente na área de Direitos Humanos.

2. Que é uma realidade, é uma fatalidade! O homicídio, latrocínio, furto, lesão corporal e tantas outras coisas são realidades também.

3. Não é a mulher quem é sacrificada. Não é a mulher a vítima principal. Pois a finalidade do aborto é parar a dependência do feto com o corpo da mulher e assim o feto morre. E a mulher pode adquirir de depressão até câncer de colo de útero.

4. Se for a vitima principal, então também não faz sentido falar de homicídio, roubo, latrocínio etc., pois pessoas que praticam essas crimes de tamanha barbárie sofrem com doenças e são vitimas principais.

5. De fato, o aborto sempre vai existir, e ninguém nega isso. Pode ser que um dia acabe.

6. Não é porque a mulher não vai deixar de abortar, que por causa disso, o estado vai facilitar a criação dos matadouros de infantes.

7. As complicações são causadas pelo aborto que foi realizado em clínica clandestina. Se a mulher não tivesse ido lá, não teria essas complicações.

É algo tão simples.

8. A mulher não é tão vítima quanto é o filho no aborto! O aborto sempre vai condenar alguém a morrer! Isso é um fato!

9. O aborto é questão de saúde pública tão quanto a campanha de perseguição e abate aos ciganos o foi nos tempos de Adolf Hitler.

10. Os Direitos Humanos são o primor de uma sociedade civilizada, e não é porque uns poucos homicidam outros, lhes tomam a moradia, lhes priva da alimentação, que estes princípios devem ser derrubados.

 

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