Virilidade e homossexualidade

Um dos muitos sintomas definidores do quão doente se encontra esta civilização que conhecemos com o termo de Ocidental é o do aumento vertiginoso da percentagem de casos de homossexualidade de que ela, neste momento, padece.

É notório que nem a divindade nem a natureza criaram o homem e a mulher para que se “entretivessem” com os do seu próprio sexo, mas sim para que buscassem o seu complemento no sexo oposto, fazendo disso a fonte da procriação e, portanto, da própria existência da espécie.

O que é que motiva tantos dos nossos congéneres a sair do curso normal pelo qual correm as leis da natureza? Onde podemos encontrar o porquê de tal comportamento antinatural?

O caso de Espanha é paradigmático: nas últimas décadas passámos de casos quase anedóticos a percentagens que começam a alarmar. Mas, repetimos a questão: onde podemos encontrar as causas de tamanho desvio contranatura?

Pois bem, a resposta encontrálaemos analisando os valores que prevalecem nesta etapa crepuscular do já de si corrosivo Mundo Moderno pelo qual o homem actual transita, ou, mais correctamente, vegeta. Trata-se de valores que já noutras épocas, como na do judeo-cristianismo das origens, receberam um forte impulso. Falamos do humanitarismo frouxo e pusilânime e de uma concepção diminuidora da humildade que desembocam na passividade, no abandono e na negligência e que são irreconciliavelmente contrá- rios ao voluntarioso, ao valoroso, ao grande, ao épico, ao heróico, ao glorioso e, em resumo, ao viril.

Noutras épocas não tão decadentes como a actual, o arquétipo a seguir era o herói semidivino dos mitos, era o líder indómito, era o intrépido navegante, era o atrevido explorador, era o valente conquistador, era o heróico guerreiro, era o cavaleiro andante ou era o esforçado descobridor. A criança, o adolescente e o jovem faziam deles os seus modelos a imitar e reforçavam a sua já inata condição viril. Como estes eram os exemplos a seguir, aqueles infantes e púberes que por natureza poderiam ter os atributos da masculinidade um pouco ténues, iamna paulatinamente acrescentando, reforçando e consolidando definitivamente.

Infelizmente, hoje em dia, nas sociedades demo-liberais e plutocráticas em que “vivemos”, estes arquétipos foram substituídos pelos antitéticos do especulador enriquecido pelo “lucro rápido” bolsista ou financeiro, do político sem escrúpulos nem princípios éticos que por meio de todo o tipo de corruptelas alcança o topo do poder, da estrela de rock ou do actor de cinema de gestos e palavras repugnantes e soezes, do personagem de desenhos animados desbocado e obsceno ou do cantor pop de movimentos e trajes efeminados.

Outros modelos com os quais as crianças e os adolescentes se deparam quotidianamente são constituídos por toda a plêiade de efeminados e/ou homossexuais de todo o tipo e aspecto que dominam uma multidão de programas televisivos de “entretenimento”, quer como apresentadores, quer como pessoal habitual ou convidado. Tal abundância provocará o efeito de que o jovem, e o não tão jovem, considere, paulatinamente, esta degeneração não como tal mas sim como uma opção tão natural como outra qualquer. E para estabelecer esta perturbada percepção contribuirá também de forma nada desdenhável uma “adequada” campanha “educativa”, orquestrada e dirigida a partir das mais altas instâncias “educativas” ao longo das diferentes etapas do sistema de “ensino”. Muitos jovens acabarão, como consequência, por assimilar a idéia de que experimentar sexualmente com pessoas do mesmo sexo não tem nada de anormal…

Seguindo a linha traçada pelos modelos a oferecer aos pequenos e aos imberbes parece-nos horripilante o simples facto de se pensar que casais de gays e lésbicas possam adoptar crianças, pois se não queremos fazer do pequeno um ser perturbado, neurótico e esquizofrénico não podemos privá-lo da experiência vital e crucial que resulta da convivência com os dois diferentes papéis adultos que devem ser representados, como é óbvio, por um homem e por uma mulher.

O igualitarismo é outro dos atributos de que o nosso mundo demoburguês faz gala. Pois bem, esta chaga não só estende os seus corrosivos tentáculos pelos âmbitos filosóficos, políticos ou sociais do Ocidente, como também distorce e desnaturaliza comportamentos, hábitos, práticas e costumes. Faz com que homens e mulheres trabalhem de maneira igual em casa e fora dela ou se vistam de forma muito parecida, diluindo-se os papéis que, inerentemente, deveriam ser pró- prios do homem, por um lado, e da mulher, por outro. O veneno igualitário faz com que os papéis que por lei natural corresponderiam a cada sexo se vão diluindo numa nebulosa que confundirá, e confunde, a criança e o adolescente e o deixa sem referências a seguir para fixar, reforçar e consolidar as qualidades que lhe são inatas segundo o sexo a que pertence. É bem verdade a expressão “o hábito faz o monge”, e é digno de observar como algumas das actuais modas no vestir podem chegar a afectar as qualidades viris no homem e as femininas na mulher. Senão contemple-se o modo como aquela criança activa e audaz chegou à adolescência e inundado de imagens e anúncios publicitários começou a vestir, por exemplo, à maneira “funky”, com camisas de rapariga justas, com calças ridiculamente largas colocando-as pela metade das nádegas e com carteiras ou bolsas circundando-lhe o tronco na diagonal. As roupas do rapaz não se diferenciavam em nada das da jovenzinha “funky”. Pouco a pouco, os gestos, as maneiras, os movimentos e até o caminhar do jovem começaram a parecer-nos cada vez mais os da rapariguinha.

O que foi acontecendo posteriormente ao nosso rapaz não é difícil de imaginar. Deixou, cada vez mais, de identificar-se com o papel de homem que, por nascimento, lhe correspondia e, seguramente, chegou um momento no qual se lhe tornou indiferente relacionar-se afectiva, sentimental e/ou sexualmente com congéneres do sexo oposto ou com os do seu próprio sexo. E daqui a sentir-se cada vez mais feminino e optar pelo exclusivismo homossexual é apenas um passo. Passo que talvez seja dado por experiências sexuais com outros homens, pois não devemos esquecer que o mundo hedonista no qual nos encontramos inseridos promove a busca do prazer físico e da satisfação da libido a todo o custo, como fim em si mesmo e de qualquer modo, por muito degradado, aberrante, doentio e antinatural que este possa ser.

E contra esta concepção hedonista, positivista e materialista da vida, outras etapas não deletérias da história da humanidade apresentavam arquétipos como o do governante austero ao serviço da sua comunidade ou como o do asceta que focava a sua vida na realização de fins Superiores, na consecução, no seu interior, do Conhecimento Transcendente e/ou da Iluminação Metafísica.

Já Freud se encarregou, através da psicanálise, de dar uma boa capa pseudo-científico-filosófica ao Mundo Moderno ao elevar aos altares todo o inquietante inframundo que habita no subconsciente humano e ao convertê-lo no motor oculto da nossa vida consciente. Apresentando-nos os impulsos libidinosos como a base do nosso agir em estado de vigília. Justificando a homossexualidade como o surgimento do que, segundo o autor judeu, foi apenas uma etapa pela qual a pessoa passou quando era ainda uma criança: etapa na qual, no caso do homem, desejava sexualmente o seu pai e que no caso da rapariga a levava a focar a satisfação da sua libido na sua mãe. Acabando assim Freud por atribuir carácter de normalidade ao que não é mais do que um desvio degenerativo daquilo que é a condição natural não só do género humano mas de qualquer ser vivo. E se falamos de desvio falamos de tara; de tara adquirida. Quão absurdas são as celebrações, ano após ano, do “dia do orgulho gay”! Orgulho de quê? De ostentar uma tara? Com que objectivo se realizam estas demonstrações públicas? Com fins propagandísticos para que aumente o número de tarados? Que fique bem claro que estamos a falar de um desvio adquirido, não genético, já que os casos nos quais a homossexualidade pode constituir uma tendência inata são percentualmente insignificantes, ridículos e são, e eram, sanáveis, como já mencionamos alguns parágrafos acima, numa sociedade não doente na qual os exemplos a seguir fossem, e foram, outros que se encontram nos antípodas dos actuais.

Pretendem fazer-nos acreditar em coisas impossíveis de acreditar transmitindo-nos a ideia de que os homossexuais são gente normal? Pretende-se que acreditemos nisso depois de contemplar, por exemplo, quão “normais” são as suas manifestações? Depois de observar o lamentável, grotesco, carnavalesco, estúpido e vergonhoso exibicionismo de que, em ditos eventos públicos, faz gala uma percentagem esmagadora deles? Depois de sabermos que se dedicam à prostituição numa proporção muito maior que os heterossexuais de ambos os sexos? De que vejamos como tantos deles se identificam com o grotesco: desfrutam com o transformismo, disfarçam-se de “drag queens”?… De que não ignoremos quantos deles optam pelo travestismo; tão associado, por outro lado, com o mundo da prostituição? De que observemos como muitos deles decidem destruir e inverter a obra e as leis da natureza e acabam sendo transexuais? De que não ignoremos que os casos de pederastia são muito mais frequentes entre homossexuais que entre heterossexuais? De que saibamos da promiscuidade sem limites que levam a cabo? De que não desconhe- çamos que o número de suicídios e crimes, frequentemente por motivos passionais, cometidos por eles é, percentualmente, significativamente mais elevado que os perpetrados pelo resto da população?

Eduard Alcántara

[1] Tudo muito normal, não é verdade? ——————————————————————————————

 1. O americano Edward R. Fields, director da revista “The Truth at Last”, no seu artigo intitulado “É a homossexualidade uma actividade normal?” reúne um estudo realizado pelo Dr. P. Cameron no qual nos proporciona uns dados bem significativos: entre os gays o suicí- dio é cometido 25 vezes mais que entre os heterossexuais, enquanto que, além disso, sofrem 102 vezes mais possibilidades de ser assassinados, geralmente também às mãos de outros gays. 21% das lésbicas morrem por assassinato, suicídio ou acidente, o que representa uma média 534 vezes maior que entre as mulheres brancas heterossexuais de idades compreendidas entre os 25 e os 44 anos. Nota: uma leitura completa do artigo de Edward R. Fields pode realizar-se consultando o CD-ROM “A censura da democracia – Vol. I”. 

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3 comentários em “Virilidade e homossexualidade

    1. Não seria intolerância ou preconceito mas sim uma visão correta e politicamente incorreta para os dias atuais. O autor diz que é uma aberração da natureza porque justamente o homossexualismo é contrário a natureza, é contrário a criação, a vida e a perpetuação da espécie, logo, é algo disforme, feio e imoral. Alguns autores clássicos como Schopenhauer, Freud e Richard von Krafft-Ebing.

      “Há várias hipóteses sobre a origem da homossexualidade. A mais bem coberta pode ser classificada em dois conjuntos de fatores: endógeno e exógeno. Os endógenos são nativos aqueles que são genéticos, biológicos, fatores neurológicos, disfunções hormônais inatos, etc. Os exógenos ou adquiridos são identificados com aqueles fatores ambientais psicológicos, que incluem experiências durante o desenvolvimento na infância, a influência e relacionamento com os pais, etc., mas também a presença de níveis desproporcionais de estrógeno (hormônios femininos) em alimentos e meio ambiente.”

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